domingo, 3 de janeiro de 2021

Então as flores são



Eu te escondo atrás das flores. 
As flores são desenhos imaginativos dos sonhos do criador. 
Eu sou o cocriador, aquele que cria a partir da matéria prima que primeiramente é amorfa.

Então assim, como se eu fosse o criador das amorfas ilusões das coisas imponderáveis, te coloco como epiderme das minhas palavras que são a massa que te molda. 
Estou de novo redesenhando a minha nova musa. 

A última se exauriu, era engano meu. 
Quando eu fui lhe procurar, ela tinha comido o jardim, e partido.
Meu poema ficou como uma cadeira que perdeu umas das pernas. 
Se eu quisesse me apoiar nela de novo, púfiti...Caia. 

Minha vida sempre foi assim, cheia de desilusões, mas além de ser persistente, sou resiliente e sou contumaz.
Ei de ter a minha musa, materializada, permanentemente para eu adorar, amar, poetizar... até o meu coração ficar em paz!

ZéReys Santos 



 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

com Público

A CONTAMINAÇÃO

(mini conto poético)

_________________

Fui pego na avalanche do ódio. Me parecia inconcebível que isso pudesse nos atracar, foi surpreendente. Como se fosse um navio desgovernado dentro deste mar sem fim, irreconhecível. De repente não éramos nós mesmos tendo ciência de nossos atos. Me refiz a tempo, entretanto e, situei-me assim, como um satélite da lua para tentar entender os seus atos. Lembrei-me até de um poema que há tempos escrevi que se chamava “O TOURO” foi terrivelmente surpreendente. Eu tinha que refletir sob o ponto de vista de alguém de fora olhando o mais profundo. Então me colocando de fora foi que mergulhei neste mar, dela.

Eu tentei reconhecer as profundezas e todos aqueles peixes lindos e coloridos que nadam como se flutuassem. As pessoas são assim, há muitas riquezas escondidas e também perigos mortais. Os contornos das pedras, as algas, a areia branca e os capins, os sumidouros. Tudo era tão nada humano que a similaridade do ódio que lhe acometia e me mostrava aquela irracionalidade e não me deixava compreender toda àquela entranha do ser tão rico mas, que me fulminava com este odiar os não iguais.

Contrapontos terríveis, não a deixava respeitar as adversidades ou as diversidades dos seres. Todos tinham que ser aquilo que ela queria que fossem. O ódio é um sentimento de posse daquilo que nos fogem aos controles. Egoísmo levado a suma potência. Ela havia perdido a referência, eu a conhecia ou, pensava conhecê-la. O ódio não condiz com democracia!

A pessoa fica sem controle da carga que se ajunta dentro dela e isso começa a derramar pela boca, com as palavras hostis, os olhos se avermelham dando visibilidade ao sangue enegrecido e aquecido além do calor normal. Desperta-se o Touro. O inumano a toma e se torna santificado. Você será dele, o Touro é quem manda.

Ao reparar a pessoa e seus trejeitos, seu olhar, sua boca, seus lábios, o som das palavras e um barulho estranho saído de sua garganta, me coloquei em seu lugar e me fiz a primeira pessoa de seu sentimento e de seu discurso, até aqui transcrito. Ela jamais soubera da minha perspicácia em colher poesia deste seu sentimento tão mesquinho. Ela parecia regozijar-se em derramar sobre mim, o seu veneno mortal, sim, esta cicuta estava lhe matando e alguém precisava saber e degustar sua ira, ainda que fosse pelo amor de Deus.

Ela me dizia “Eu sou do bem eu sou de Jesus, eu sou de Deus”. Talvez as afirmações fossem apenas afirmativas desesperadas para se tentar respirar. Você não presta! Me disse, como se fosse finalizar seu estado irado de ser e descansar mas, retomava me xingando por todos os pormenores e com todas as palavras não imagináveis e descabidas. Desfez da minha pessoa, me chamou de pobre com desdém, faminto desgraçado, desprezível, elencou que certamente eu era mais um destes malditos que vivia recebendo uma bolsa família.

Bradava ela ainda, vociferando como o Touro de meu poema antigo: “Quanto eu estava ganhando para defender este ladrão canalha, todos vocês, adoradores deste ladrão analfabeto, têm de ir embora de nosso país, vão pra cuba, morrer de fome lá. Vão pra Venezuela, vão!” E ante que finalizasse com as suas máximas de praxe de: Petistas ter de morrer todos! Ela enfatizava a palavra “NOSSO PAÍS”. Concomitantemente, ressoava-me as suas suplicas: “Eu sou do bem, eu sou de Jesus, eu sou de Deus! (Não me lembro se esta era a ordem correta de suas pronúncias.)

Era tão surpreendente a sua atitude, sua coragem inconsequente, que meu lado poeta de ser me fez reparar sua beleza e a sua insensatez não me afetou em tempo nenhum, fiquei imaginando cenas de seu trabalho e seu carinho em clinicar as crianças de filhos de ricos que ela tratava, lembrei-me do quadro da entrada de seu consultório infantil, uma auscultando um belo cão. Meiguice e doçura retratada.

Quero dedicar este texto, a essa pessoa…uma brasileira, uma pessoa querida que o ódio implantada nela por uma rede de televisão a roubara do amor. Agora aqui, nas últimas palavras digitadas, ainda me ocorria a delicadeza de suas mãos tão finas, recebendo uma flor de uma criança que era filha da sua última empregada. (Uma senhora que ela dispensou do trabalho, por ter tido direitos trabalhistas reconhecidos no governo petista). Ela também fez questão de me declarar um falso poeta  - o que retruquei calmamente: "ainda bem, afinal, isso não é uma questão de caráter, melhor que ser falso profeta!"

ZéReys Santos. Autor, escritor e poeta Brasileiro.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Meu Filme quando o céu nos misturam.




OLHA....

Apresento para você meu canal do YUTUB, a NOSSA proposta e ter coisas de bom conteúdo para você se divertir se instruindo, isto é: ao mesmo tempo em que você se enriquece, também se diverte.
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Neste momento, ainda estou testando minhas habilidades, vá até no canal e veja 3 vídeos que postei em teste de habilidade, estes não serão a regra, tenho estudado muito e, certamente serão bem melhores no futuro próximo - é uma promessa!
.
Mas lhe peço, por favor, que dê um like de incentivo (gostei) se gostar, é claro e, não se esqueça de se inscrever pra receber as próximas obras primas (kkk) - estará me ajudando na divulgação do Canal!

Gratidão - ZéReys Santos.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016


MINHA AUTOBIOGRAFIA.


 (Alguns Tópicos).


* __________**__________ *
EIS PORQUE SOBREVIVER


a)  9  meses antes: Álcool, briga, confusão, violência, sexo, gravidez, gestação, separação.

b)  3 meses depois: Decepção, fúria, revolta, rejeição, tentativa de assassinato in vitro.

c)  7 meses depois: Vencendo a morte. Vencendo o ódio, vencendo a dor, respirando a vida.

d)  9 meses depois: O nascimento, o desague na beira do caminho, o choro, a lágrima salvadora, o leite materno.

e)  Os primeiros anos. As dores da inocência. a miséria, as doenças, o vencer a morte mais uma vez.

f)  O segundo casamento de minha mãe, comigo ainda no primeiro ano de vida.

g)  A morte de meu pai, eu já com cinco anos de existência.

h)  O desalento dela, a revolta dela pela sua má sorte, o inconformismo pelos infortúnios e a viagem.

i)  Uma nova esperança, uma nova estação de ônibus, uma nova cidade, novas pessoas, nova fé.

j)  7 anos e meus primeiros contatos escolares, os olhares, a descriminação, a fome, o desprezo, as várias expulsões dos colégios.

k) Aos 10 anos: Descobri que eu tinha um grave crime. Ser pobre, 

l) Aos 11 anos, volta da escola, 12:30 minutos, minha mãe tinha ido embora, me abandonou. A justificativa estava em um bilhete "Não posso te levar"

m) Agora as ruas era o meu lar. Uma mochila rascada, de ir para a escola. Um sapato furado no solado. uma tristeza infinda no peito. Uma troca de roupa no corpo. Mágoa. 

n) Restava-me um toco de lápis e os papeis de pão, catado pelo chão.

o) Nascia o escritor. Dois pedaços de bambu, um Hashi, para pegar poesias nas poeiras das ruas. Nos olhos dos pirilampos, no brilho das estrelas, no frio clarão da luz da lua.

p) De pergunta em pergunta sem resposta, a procura insólita.

r) Os dias de sarjetas e a revolta das perguntas dos transeuntes diante de minhas lágrimas.

s) Um pássaro silvestre sobrevive com frutas, com inseto de estrumes, com galhos secos que a ventania derruba das árvores, os pardais sobrevivem em quaisquer lugares do mundo.

t) As casas dos amigos e as migalhas de pão nas escolas.

u) Diante da incompreensão humana. Uma resposta; "oras, vai roubar!"

v) Bom dia senhor, bom dia senhora!

w) Comecei a me tornar consertador de sapatos, o Salário era um terço de comida deixado na marmita.

x) A filha do sapateiro.

y) O meu amigo mendigo.

z) O circo chegou! "Todo mundo vai ao circo, menos eu" Cantava Nara Leão. musica de Batatinha.

a1) ...

ZéReys Santos.

sábado, 2 de julho de 2016

TU ÉS QUEM DECIDE

Tu és quem decide

...Na verdade, eu jamais deveria precisar de teus carinhos.
Os meus deveriam ser suficientes. O meu amor devia produzir 
em mim esta autossuficiência para nunca te pedires nada.

...Mas creia, o amor é vivo e precisa de água, precisa de luz e de ar para respirar.
Por isso, precisamos de aprender a receber com gratidão,
para receber sempre, e, sermos recíprocos para o amor permanecer.

O carinho é a água, a consideração é a luz, a doação é o ar.
Não podemos nos valer da pseudo autossuficiência, na matéria de amar,
autossuficiência...Não temos para impor. Devemos ser literalmente, pró amor! 

Quem não sabe receber, deve aprender, ou se entregará a insaciabilidade e jogará
no lixo, o amor, como se fosse quinquilharias quebradas. Tornar-se-á alguém
que não compreende, não aceita, não assimila, não degusta ou sente nada!

Alguém vazio, quase sem livre arbítrio, quase inexistido, exaurido, morto vivo.
Tu és quem decides o que quer, diante a oportunidade de ser ou não ser, aceitar ou não.
O teu coração espera a tua decisão, e se for para sofrer, sofrerás...






sábado, 25 de junho de 2016

LOVE

Love

Eu preciso deste céu de tua voz.
Ela irrompe clarins que acalma-me, que me faz feliz.
Pelo amor que te tenho, tenho este amor em viver, pelo amor!
É uma emoção desconcertante perceber-te perambulando dentro de mim,
é uma brisa que percorre lenta, mutável e assim me aquece confortavelmente.
E seu canto soa livre e doce como crepitar de lareira que abraça ambientes.
Sou teu quarto e aconchego de tuas emoções carentes.
Eu não me dou mais de mim, não há o que me reste que não seja teu.
Sou o amor, condensado em homem, e teu, só teu!
Eis o que sou: Love...Eis o que sou!…






terça-feira, 12 de janeiro de 2016

SUPOSIÇÕES A RESPEITO DE DEUS

Eu poderia me autoatribuir de que fui designado a representá-lo na 
terra e dar por minha voz a Sua voz.
Que tivesse eu, o poder de escutá-lo, compreendê-lo, decifrá-lo 
e traduzi-lo para todos.

Mas, vamos separar as coisas: Amor é algo imaterial, certamente 
criado por Deus, poderíamos dizer que o amor é uma possibilidade
quântica que paira numa nuvem quântica e que se manifesta através 
de sentimentos imateriais, a partir de estar na mesma sintonia.

Deus, para mim, não tem cara de homens, sentimentos de homens, 
postura de homens, práticas de homens. Deus para mim, é aquele 
que tem na perfeita criação, Suas características. É, por isso que 
somente na observação daquilo que em nada haja a interferência 
humana, que Deus se mostra em manifestação sútil. 

Deus se mostra, (para mim) na essência daquilo que ele criou. 
Deus não dita regras nenhuma, para homem nenhum, se para o 
homem deu-se a inteligência e a liberdade de agir, mediante a
observação de Sua obra, O compreenderá, sem que ponham palavras
em Sua boca na suposição de que essas palavras seriam Suas 
palavras, ainda que mentirosas. 

Os homens na liberdade de existir e deixar Deus existir dentro de 
cada um de nós, não precisam de falsos interlocutores, cada um de 
s receberíamos dele a sabedoria inerente a ele e a cada um de 
nós. Esses falsos interlocutores, dono de pseudos verdades, as usam 
e o usa para nos enganar e se locupletarem de riquezas e poderes, 
nada mais que isso. 

Quanto a religião, é uma empresa que vende possibilidades de uma 
teoria de pseudo verdade, já que não há incontestabilidade na 
verdade das religiões. Elas não se provam por si mesmo diante 
daquilo que praticam, tendo como base o parâmetro de suas 
próprias atitudes práticas.

Todos os conceitos formulados nas religiões, são frutos de 
autoatribuição a si mesmos e ao mesmo tempo, a Deus.
Não são de cima para baixo, mas de baixo para cimo, haja vista 
que ao analisar todos os conceitos impostos, eles têm a carinha 
dos homens e seus sentimentos mesquinhos embutidos.

Para existir religiões, os homens se autoatribuem poderes inerentes 
a Deus, e fazem disso as palavras de Deus, sendo estas palavras 
suas como se fossem Dele. Trocando em miúdos: manipulam sua 
boa fé, para que creem naquilo que querem; para que sejam aquilo 
que querem. Deus é apenas, para eles, a mola propulsora de seus 
poderes em relação às demais pessoas.

Eles estudam PNL, psicologias e afins e chegam a ter imensos 
poderes de eloquência para lavarem suas mentes e lhes fazerem 
crentes em suas pseudos verdades, como sendo verdadeiras.

(Eles são tão práticos que só de olhar em seus olhos já detectam 
suas carências e assim, então, você será uma presa fácil.)

Preste atenção: 
Eu poderia ser ou não ser alguém que determinado por Deus faço 
escrever este texto, para lhes dizer que Deus, “por Sua inteira 
ordem” a partir desta data deste escrito, está lhe dizendo: 
“Deus se liberta destas manipulações dos homens, agora e neste 
instante, e através de mim, faz-se ouvir neste texto Sagrado o 
Seu ponto final.”

Diria eu ainda, que Deus dissera: “Chega, canalhas!” Talvez se 
você for analisar de forma profunda todo a podridão que lhe 
circunda, sentirá que verdadeiramente estes maus cheiros não são
hálitos de Deus, mas, promoções das atitudes de homens, e todos 
eles, religiosos, de alguma forma. De fato eles não tem escrúpulos. 

Se você conseguir ler quaisquer livros, ditos sagrados, sem a 
paixão fanática religiosa pela pseudo verdade, verá o quão 
absurdo é o parâmetro de sua fé. Você vai perceber que você está
a vida toda correndo da realidade e saltando para uma utopia, 
num sonho desesperado para não sair do confortável sonho de
que “depois será melhor, lindo e maravilhoso”.
É uma falsa esperança a que lhes vendem caro.

Chamo de “paradigma do inconcebível” Porque saímos do conforto
das igrejas cheios daquelas esperanças vazias de que basta crer 
que chegaremos ao céu. Mas, se você tomar consciência real de tudo, 
facilmente perceberá que na verdade, nada mudou ou mudará e 
que não há céu nenhum para você ir, tudo são apenas crenças.
 Comparavelmente, você está apostando com um bilhete mínimo 
na Mega sena, onde sua chance – verdadeiramente – 
é muitos zeros, menos que zero.

Acreditar em Demônios, pecados isso, pecados aquilo, nada mais 
é que julgar a Deus, e, ainda de uma forma vil. Certamente você 
nunca parou para pensar porque Deus criaria o inferno, os pecados, 
os culpados, quando a partir da ideia de que Deus lhe criou e todas 
as coisas, para quê, Deus nos teria criado. Não seria de fato, 
atribuir uma imensa vaidade e insanidade a Deus, diante de seu 
próprio poder de fazer e desfazer tudo? 

Quando você grita socorro a Deus, você está se autoatribuindo 
inocência e ao mesmo tempo está dizendo no SOS, que Deus é ou
está sendo injusto com você. Como se Deus estivesse acometido 
de algum tipo de esclerose.

Por outro lado, demônios são apenas subterfúgios de religiões, 
perceba o quanto poder dão a ele sobre os filhos de Deus, para 
que possam dar ênfase as manipulações das massas. Que Deus 
é esse? Que lhe faria se tornar culpado apenas para exercer sobre 
você o seu poder de lhe enviar para o inferno!

“Se pensarmos bem sobre o que se acreditam, ou ao que querem 
que acreditamos, chegaríamos ao absurdo de pensar que Deus é 
sádico!”

Repare que atrás de todas essas colocações dos religiosos estão 
nada mais que os sentimentos dos homens, atribuídos pelos 
homens, a Deus. São sentimentos humanos travestidos de sagrados.
É na verdade um “terrorismo” contra o ser humano, suas 
liberdades e o uso da condicionalidade do poder de pensar e agir, 
a partir da simples gratidão pelo amor da criação Divina. 

Demônios servem para substituir o amor que deveríamos ter pela 
gratidão a Deus, por tudo que fez, nos deu, e nos promovem 
diuturnamente. Eles são (para os religiosos) seus soldados da fé. 
Porque estes lhes farão vir rastejando de medo às suas ordens, 
isto é: às ordens dos religiosos, trazendo para eles seus sustentos, 
seus poderes e suas riquezas!

Talvez você nunca tenha reparado o quanto você é movido pelo 
medo. Já se perguntou de onde veio tanto medo? 
Você tem medo de não ir para o céu, medo de ser castigado, medo 
de ir para o inferno, medo de Deus não lhe aceitar e medo do 
demônio...Então o que lhe move, se não o medo? 

“Quer apostar como nesse momento você está se excluindo disso...
Lamento, meu amigo, mas talvez, você esteja mentindo para você 
mesmo de tanto que é o seu medo...”

Acho muito engraçado quando alguém se demonstra para mim, 
o seu medo de mim, pelo fato de eu não ter medo dos medos que
 eles tem. Ficam logo desconfiados de que certamente sou algum 
tipo de demônio, querendo enganá-los. Suas fés deterioram na hora, 
porque seus medos suplantam suas relés fés sem fés nenhuma. 
São fés formais, apenas.

Acredito piamente que a minha fé esteja associada ao amor de Deus
e não ao medo de quaisquer possibilidades negativas de Deus 
em relação a mim. Assim, vivo livre dentro da liberdade 
de Deus em mim, não me prendo a dogmas criados pelos homens 
e imputados a Deus, para o usufrutos destes criadores de atribuições
 a Deus, aos seus béis prazeres, para aliciamentos, enganações e 
manipulações de massas.

Creio que para viver de forma concreta, a liberdade criada por Deus
para cada um de nós, precisamos amar a Deus pelo seu amor, 
e não por imposições enganosas sobre outros seres humanos, como
se eles próprios fossem o próprio Deus, nos enganando a cada um!
 
ZéReys Santos.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Na sustentável leveza

Na sustentável leveza
.
Eu sempre te percebo como a beleza
suave das panapanãs,
num nascer de sol, rompendo as brisas 
das manhãs.

Eu, então, te coloco recostada
em meu riso e, de regozijo,
sou um rio discorrendo inciso,
como alguém que amanheceu cantando
gozo dentro de si...

A minha musa, é o lastro do parágrafo do poema.
mulher que eu escolhi sem fim,
minha amada rainha, linda, feita do melhor que há em mim,
Poemas são pinturas derramadas sobre a tela, da janela.

Eu sou, então, tão Rei, quanto tantos,
Reis riquíssimos de tudo. 
"Me sentindo o dono do mundo,
mas não quaisquer mundos."

...Ah! Como eu adoro esse mundo,
onde a leveza que sustenta este sonho, 
nasce da imaginação de mergulhar meu olhos,
em teus olhos!
.
ZéReys Santos.

domingo, 29 de março de 2015

A CIÊNCIA DO AMOR ONIPRESENTE

A ciência do amor onipresente.

Eu e você, podemos nos tornar sencientes,
transientes, e conscientemente fazermos amor
esplendorosamente, como se oniscientes estivéssemos
nos entrelaçando com o outro na mistura dos corpos.

O que de fato acontecerá e inimaginavelmente,
nossas almas, chegará aos ápices do prazer do gozo,
pode apostar. Você em sua busca orgásmica, e eu na
minha deliciosa tará ao gozo final em lhe amar!

Eu já te confessei, adoro ternura.
Pela ternura eu viajo nas alturas e como viajante,
prolongo meu prazer como se a viagem fosse calma,
tranquila, dócil e linda, por baixo ou por cima.

Com olhares longos pelo horizonte, será para mim,
um mundo cheio de cores calmantes, que aos poucos,
vão me enchendo de libido e tesão, na medida
em que o trem balança o vagão, e o nosso chão!

Poderemos viver o princípio quântico da não localidade.
Como se levemente deitado sobre o atlântico, fôssemos
espumas borbulhante do champanhe de Zeus.
De onde melhor que a Afrodite, surge-me você, depois, eu!


ZéReys Santos.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

AMOR E ÓDIO SÃO BONS



A razão positiva de o amor viver paralelamente com o ódio, existe,
e se chama – a prática da gratidão. Porque o amor por si só não sobrevive,
isto é: pelo fato de se amar alguém, não devemos abusar do amor que esse
alguém nos tenha, e, por isso, a gratidão deve ser efetiva, deve-se deixar
o amor expandir-se de si em atitudes de carinho e servidão.
De agrados, de mimos, de acalantos, compreensão, e a esse,
que assim procede, reciprocidade, é a mistura,
o segundo elemento deste primeiro, o amor...
O amor, então, se alimenta de reciprocidade e gratidão,
que é igual: Felicidade!


ZéReys Santos.

AS CRIANÇAS SONHA (ÓPERA)

Ópera: Crianças sonham  Adaptação Operística: Crianças Sonham Personagens:  * ZÉREYS (Tenor) — O poeta/operário. Voz lírica, nostálgica, por...