domingo, 29 de março de 2015

A CIÊNCIA DO AMOR ONIPRESENTE

A ciência do amor onipresente.

Eu e você, podemos nos tornar sencientes,
transientes, e conscientemente fazermos amor
esplendorosamente, como se oniscientes estivéssemos
nos entrelaçando com o outro na mistura dos corpos.

O que de fato acontecerá e inimaginavelmente,
nossas almas, chegará aos ápices do prazer do gozo,
pode apostar. Você em sua busca orgásmica, e eu na
minha deliciosa tará ao gozo final em lhe amar!

Eu já te confessei, adoro ternura.
Pela ternura eu viajo nas alturas e como viajante,
prolongo meu prazer como se a viagem fosse calma,
tranquila, dócil e linda, por baixo ou por cima.

Com olhares longos pelo horizonte, será para mim,
um mundo cheio de cores calmantes, que aos poucos,
vão me enchendo de libido e tesão, na medida
em que o trem balança o vagão, e o nosso chão!

Poderemos viver o princípio quântico da não localidade.
Como se levemente deitado sobre o atlântico, fôssemos
espumas borbulhante do champanhe de Zeus.
De onde melhor que a Afrodite, surge-me você, depois, eu!


ZéReys Santos.

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