quinta-feira, 23 de março de 2023

O que é a vida

O que é a vida, depressão?
                                        

Um dia, eu caí e apaguei no meio da sala. Foi algo relâmpago. Eu estava só, como todos os dias de um tempo para cá. Ao dar por mim, percebi que eu estava sem pernas. Não mais me sentia da Pelve (Bacia) para baixo. Meus pés não se movia, eu havia perdido a comunicação com os meus membros inferiores e na hora, assustado, me disse a mim, mesmo: "Estou tetraplégico!". Eu estava só em casa e sofrendo muito com uma depressão que havia feito meus familiares se acovardar em tentarem me ajudar a sair deste estado de espirito indescritível em que me encontrava.  

O que sentia desde aos amanheceres dos dias, que passavam lentos, era uma profunda sensação de estar num vazio repleto de inimigos, que dos quais, eu não tinha como me livrar. Eu pensava em esbofeteá-los e até socava o vento sem atingir nada ou ninguém, e isso fazia me sentir, mais ainda, desvalido impotente e mais só, aínda.

Deliberadamente, eu não queria admitir nada do que estava acontecendo comigo e muito menos confidenciar aos meus familiares. Achava impossível que eles não tivessem sensibilidade suficientes para não ver o meu sofrimento, que para mim, estava claro, doloroso e profundo. Imaginava que eles não podiam deixar de ver e sentir tudo que eu sentia. Mas, contudo, eu era absolutamente ignorado.

Rapidamente fui percebendo os distanciamentos de meus familiares. Minha esposa, que amei e respeitei durante a nossa vida conjugal inteira, começou a arranjar desculpas para nunca estar comigo. E por isso, menos ainda, eu entendia a minha solidão e quais razões de tudo isso estar me levando a morte. Perpassava por minha cabeça que a qualquer momento eu estaria morto, me e sentir sem defesa e covardem abandonado foi estarrecedor. Afinal de contas, eu havia dedicado quase quarenta anos a essa família que agora me abandonava. Todas as coisas que me perpassavam aleatoriamente, pela cabeça, que de alguma maneira poderia ter acontecidas, de certo modo insignificantes, ou que eu tinha feito, involuntariamente; era para mim, certeza de que seria fator de vinganças deles, e talvez por isso, seria os motivos de não se aperceberem dos meus sofrimentos, eu pensava que todos os seus descasos, eram propositais vingativos.

Nada de que a minha percepção me intuia não me parecia ser inverocimil, e, todas essas supostas verdades eram incontestável
Eu não entendia suas razões em não me suportar, já que eu jamais me furtei às sua causas, desejos e faltas. Coisas terríveis me perpassava na cabeça. Talvez minha sorte, era que eu frequentava um templo espiritualista e sempre que me vinha esses surtos de "loucura" eu corria para lá. Muitas vezes eu era literalmente levado, de forma inconsciente, mesmo. Pois eu não estava em estado de um ser que percebia meus passos, meus pensares, minhas ações. Era como se eu tivesse sido abduzido, e lá no templo, fosse soltado já dentro do local, tido, para a comunidade, como sagrado.


Eu pensava em me matar como forma de vingança a todos os meus familiares. Eu cheguei a pensar em matá-los, também, pela mesma razão. Minhas dores, a solidão, a tristeza, o desengano, a injustiça faiscavam em meus olhos como olhar num céu estrelado, eu queria morrer junto com eles, para não ficar nada de mim sobre a terra, devido a minha imprestabilidade. 

Quarenta anos passavam e repassavam em minha cabeça num amontoado de imagens com quase nada de alegrias ou contentamentos. "Quarenta anos de minha vida por nada, por nada!" eu repetia. Estes pensamentos invadiam minha mente, involuntariamente, de forma massacrante. Eu sentia ter perdido o domínio e a cada vez que isso me atormentava martelando os sentidos, tudo que eu via de possibilidade era morrer.

As noites eram longas e os dias infindos. Meus filhos crescidos, educados, estudados, casados, trabalhando, criando meus netos, toda a minha riqueza imensurável não valia mais nada. Eu me sentia ridículo, por ter estado apaixonado por cada um deles como se eles fossem meus. Eles nem se quer me viam dentro daquela vulnerabilidade tão sofrível. Eu tinha me tornado imprestável e descartável, era assim que me sentia. A dor queria me arrancar de dentro de mim, destroçando minhas vísceras. 

Mas, para não delongar com essa questão de dores infindas destes momentos de minha vida. Preciso dizer que depois do medo de ter me tornado tetraplégico, e, passados algumas horas, consegui finalmente me recompor com algumas dificuldades e voltar a andar, meio titubeante pela casa e, ter domínio de meu corpo. Sim, foi um alívio imenso perceber que eu estava quase de pé novamente. É claro que se eu fosse detalhar todos os sentimentos que me assolavam durante a minha inutilidade absoluta, daria um longo livro.  

E, assim, num desses momentos terrível de dias nebulosos e sem esperanças, eu resolvi, por fim, mergulhar profundamente neste escuro e procurar a luz, passei a acreditar que haveria de ter, duas pedras em algum lugar para eu esfregar e esfregar, até fazer alguma chama de luz surgir novamente. Resiliência era uma palavra desconhecida em minha cabeça, porém eu lutava para praticá-la por minha sobrevivência, durante toda a minha vida. 


Era, de verdade, muito profundo o poço que me sentia estar. E mergulhei para valer sem saber de fato de que se estaria escorregando para baixo ou se caminhava adiante ao encontro das pedras de fogo.
Eu queria tanto saber da verdade que pudesse me elucidar das razões de tantas dores por todo o decorrer de minha vida e, agora, tão acentuada em meu corpo e em minha alma mais ainda. Por mais que eu procurasse formular por minhas próprias teorias, eu só via abismos e dores. 

Eu estaria assim, nessas condições alucinógenas, por tantos desgastes das lutas, das esperas, das decepções, das misérias, da fome da minha mãe infância e agora de novo, do abandono?...Percebi que eu tinha saído de uma condição de liberdade estrita à restrita, e a não ser nada mais aprofundada do que antes. A não ter nada, a não servir para nada e com uma cabeça pensante fervilhando noite e dia na busca de compreensão elucidativa da razão do porquê estava vivo, vivendo, sonhando, lutando pela sobrevivência e tendo menos que o suficiente para a subsistência. Nada vinha como compreensão elucidativa que me desse alento. Nada!

Eu passava dias sem ter o que comer de forma normal, apenas uma ou outra coisa para cozinhar e nenhuma vontade de fazer. Eu estava só, o que não era, necessariamente, problema gravíssimo, se fosse apenas o sofrimento da solidão. Tudo me parecia ter se tornado  fruto apropriado a vingança, de todos eles contra mim, Isso me fazia ressentido e fracassado, o chinelo que não pude comprar para minha filha, o anel de formatura da outra, a roupa nova do natal para o filho, o brinde da champanhe. A palavra "amo", jamais proferida com algum olhar nos meus olhos por ninguém. Todos os pormenores de minha insignificância afloravam como ervas daninhas, dentro de mim,

Embora eu jamais tivera uma família, que eu pudesse chamá-la de minha, no passado, e esta que eu tinha constituído, esta do "presente", assim como a outra, já não existia mais. Eu não conseguia entender seus parâmetros de verdade, eu não sabia definir e entender se essa ruptura tinha sido consequências de minhas maneiras estranhas, na atualidade (para eles) dentro desse tempo, ou se fora consequência de uma junção de coisas juntadas no decorrer desta vida minha ou com eles.

A minha prestatividade às sua vidas, havia sido constantes e tão sofrível, para serem vencidas por mim, porém, "e me parecia impossível", que tinha criado tantos monstros, eu me fartava de dores, o que parecia diante de tanta incompreensões de todos, eram    que eles despejavam estanho derretido sobre o meu cadáver, ainda com algum resto de vida, pensavam que eles estavam amando me ver sofrer e impotente. Creio que o fato é que ninguém sente a dor de ninguém, nem mesmo os filhos, esposas, ou outros parentes.

Depois de um final de semana tão vazio quanto o silêncio, que me invadia a alma, aconteceu-me um estranho despertar.
Fiquei horas meditando repleto de perguntas que sempre me levava para um lugar retórico. O que era ou quem me conduzia, não soube dizer, categoricamente, para afirmar. Entretanto, depois de me recostar em meu velho sofá, de olhos fechados, divagando, com a mente silenciada e sem pensamentos aleatórios me perturbando, aconteceu a seguinte formulação involuntária e concreta e clara dentro de meu ser.

Não existe nada no mundo que tenha mais importância do que a vida, porque a vida é Deus. E sendo Deus a vida, está provada a existência de Deus. O que não se prova é o Deus que os ateus acreditam não existir e que de fato, não existe; que é o Deus das religiões. Portanto, o Deus das religiões não existe de fato, este é uma figura de retórica manipulada para o poder, a ganância e a notoriedade de seus líderes. A fé é estimulada psicologicamente para os incautos se alienarem e se tornarem zumbis teleguiados. Estes, são, na verdade, as vítimas de suas escravidões. Ao entendermos que Deus é a vida que temos dentro de nós, ganhamos a liberdade irrestrita, dentro do que for constituído pelas legalidades do país. Que efetivamente temos de respeitar ao nos conduzir em sociedade.

Depois, caminhei até o banheiro e entrei sem me despir das velhas vestes surradas e sujas, embaixo do chuveiro. apanhei um pedaço de sabão em barra que estava abandonado junto ao vidro do vitrô e comecei a ensaboar minhas vestes ainda no corpo. Fiquei ali um longo tempo sem me dar conta do tempo. Minha mente havia apagado tudo. Não havia mais aquele mundo de duas horas atrás. Era como se o dia tivesse anoitecido e numa mesma fração de segundos o sol nascera. E foi assim, que descobri, finalmente quem era Deus. Sim, Deus é a vida que temos dentro de nós!

Percebi, indubitavelmente, que o livre arbítrio era a minha ferramenta principal, para tomar minha existência às mão e nunca mais permitir entrar em mim, nada que me pudesse fazer infeliz!


ZéReys Santos.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

A nova lenda do saci

 A nova lenda do Saci

(Micro Conto)

O Saci Pererê, depois de dormir 25 anos sem acordar, por fim, despertou, não era coma alcoólico nem nada, era conforto demais devido a chegada da luz elétrica na sua casa, levada por um sujeito com apelido de algum molusco, lá no sertão onde decidiu ir morar, retornado da cidade grande, por onde um dia havia resolvido imigrar, e, por isso, sua dormida singular!

...Acontece que ele não sabia que tudo era um sonho alucinótico o que via neste presente despertar. Coisa de fumaças nas narinas para não ver a vida futura chegar, zonzo e quase sem respirar.

Ele olhou pelo lado e viu todos com mascaras nas caras, tinham lobos com peles de cordeiros que só pensavam em dinheiro e, pastores de fieis da prosperidade (Todos bem bacanas) que também só pensavam em granas.

Tinha cordeiros com caras de lobos que não entendiam, uma vírgula da vida real. Quando o cara os chamavam de merda! - E ainda, por serem tapadas de propósito, batiam palmas, nem pareciam animais!
Pererê ficou muito desconfiado e chamou seu sábio amigo Curupira, para lhe contar o caso. Curupira ali, também, recém chegado.

Curupira, que estava indignado, protestando por causa dos amigos do eleito terem posto fogo na floresta, teve de lhe dar atenção especial, ainda que frangindo a testa... para lhe contar tudo sobre a tal desavença, eram amigos, afinal.

Então para lhe perguntar, ele usou esta expressão "amigão, quem ganhou esta eleição do século passado neste nosso presente. Acho que dormi demais...seria isso, que aconteceu, ou estou um velho demente?"

Sim a pergunta era mesmo confusa, mas Curupira que era um Anão muito sábio e fortão lhe respondeu: "quem ganhou" foi um tal de Asnonaro, meu irmão, um burrão pagão, altão, magrão, brancão e sem noção! (risos rasos e chorosos na plateia)."Meus Deuses!" Respondeu exasperado o Saci - "Rapá, vou mim mandá dessi Lugá!" Saiu pulando com sua perna única e uma outra só...

Deu de cara com a mula sem cabeça que mancava por ter tropeçado numa árvore queimada, no meio do braseiro e, que felizmente não era branca e nem preta, tinha cor de burro quando foge, boa cor pra se esconder nos meios dos matos, então lhe pediu uma carona e lhe avisou: "Vê direito por onde anda, carregando seu alforje... porque sempre pode aparecer um grileiro tacando fogo no capim, e aí, ai de você e, ai de mim!

Curupira, ficou pirado: Meneou a cabeça para o lado e balbuciou: Xi....tão ferrados esses coitados! E sem tempo de lhes gritar alguma coisa mais proveitosa, pois tudo estava em polvorosa, os viu sumir na fumaça que vinha do norte e nordeste, para não sei onde, atrás de alguma nova casa de morada!
11/07/20


quinta-feira, 7 de outubro de 2021

EFEITO IMPONDERÁVEL

 

Efeito imponderável


Eu tenho uma história de amor com a poética do inimaginável. Eu sei, pessoas comuns, andam displicentes indo para lugares determinados. Eu apenas caminho ouvindo balbucios de peripatéticos anjos de risos animados.

Normalmente ando sereno e toda graça de ser beija-flores envio ao meu coração. Sou uma espécie de louco que capta beleza pelas ruas onde ando, neste tempo presente, os risos se despem escassos e as vezes somente em horas de suores, suas pétalas se abrem.

Mas eu nunca me perco, pois me perder seria desviar-me de te encontrar, neste meu acaso de procura. Desisti de seguir rumos.

Vivo, hoje em dia, como a uma gota recém-solta de alguma nuvem do céu. Sei, sempre soube, que estava por ai, como eu a procura do nada. Vivíamos neste descompromisso propositado.

Viver neste desviver, sem ser alheio a vida que se contempla, viver nesta quase negação da dor, é quase um se desprender de tudo que todos se dão importância. Nunca deixei de querer te encontrar, eu sei que sabes, mesmo sem saber de mim ou eu de você. É estranho pelo quanto nos conhecemos…

Eu nem sei se ainda foi sonho. Enquanto eu vigiava a minha procura por nada, te ouvi em alguma poética da palavra simples, um som de bom dia, uma figura singular de rodapé, uma abreviatura de risos, uma conversa sem som, para afinados ouvidos poéticos ouvirem. Engatilhou meu coração inconsciente.

Foi tão lindo te descobrir nesta inconsciência poética do inimaginável. Susto com sabor de sorvete de passas ao rum.

Hum!, sonorizavam-se, nos compassos dentro do peito e, eu, só a reconheci por estar de máscaras como daquela vez no baile a fantasia, cuja fantasia, foi a de que nunca fomos! Efeito pandemia?

Estamos aprisionados, cercados por cimento e pedras, masmorras de medos transparentes. Zumbis e dementes, já nem sabemos o que somos, gente?

“Foi bom te ver. O comércio vai fechar as seis. Estou sem pão para o café da tarde”. Alguém bate a porta e eu nem sei se posso atender, mas se fosse você, não resistiria…

ZéReys Santos: Autor, escritor, poeta e Terapeuta holístico



sexta-feira, 24 de setembro de 2021

 

WaterLife.

DEIXEMOS CLARO QUE:
Assim, como qualquer água mineral, a água que utilizamos vem de uma fonte quaisquer de águas minerais, que no momento de nossas necessidades de compras possam estarem em disponibilidade e adequação comercial que nos interesse. 

Da mesma maneira com a qual recebemos, manipulamos apenas seus frascos sem deslacrar. portanto, o conteúdo da empresa que envasa e lacra, o seu líquido de cada recipiente, não é tocada, manuseado, despejado em lugar algum, mantendo assim a originalidade do fabricante em que compramos o produtos para aplicarmos as 5 técnicas WaterCure, que são testada e aprovadas empiricamente por milênios e mais atualmente, cientificamente. 

Atestamos, por nosso boa prática e boa fé, que este produto não sofre alterações mecânicas, manuais, ou de adições de outros produtos químicos em sua composição de forma materiais, por nós.
As técnicas aqui mencionadas são aplicadas a partir de práticas espiritualistas com base em experimentos da física quântica, e outras comprovações cientificas, que comprovam que até mesmo uma palavra dita a água, por um ser humano, é passível de mudanças efetivas em suas células. 
 
Portanto nada há que se possa temer, 
Adquire e tome sua água energizada com fé, amor e gratidão.
Para quaisquer esclarecimento a mais, entre em contado conosco que teremos o maior carinho em atendê-lo.
Telefone na foto abaixo. Gratidão por sua confiança, nós a honraremos!



quarta-feira, 1 de setembro de 2021

BOLZZO E O SUSPIRO DA BALEIA

Bolzzo e o suspiro da baleia

Bolsonaro perde as esperanças de eleições favorável e se bate desesperado, está se afogando em seu mar de lama familiar e adjacentes, e lançam seus braços para todos os lados, tentando alcançar seus fanáticos asseclas obscurantistas, violentos e cegos, espumando de ódio até pelos olhos, para o salvar.

Ele joga seus pupilos cegos como se fossem bolas de sinuca no esparramar da mesa, em que nada há de certeza de quais caçapas cairão as cores das bolas de suas preferências, alguns já estão caindo atrás das grades da prisão.

Denúncias de crimes se somam e esparrama pelos seus seis mil militares governistas, Filhos, Ex mulheres, Ex cunhados e, todos os que são ligados a todos que se somam neste conglomerados do crimes. (Segundo se consta na CPI e outras investigação da justiça e mostrados na imprensa).

Os brasileiros que não votaram em Bolsonaro, sabiam, de antemão, que Bolsonaro seria um péssimo presidente, consideravam inadmissível uma pessoa absolutamente inepta, que de prova como político de 30 anos, nada de importante ou profícuo apresentara em todo o seu tempo de parlamentar. Foram mandatos caros e inúteis.

Assim, os brasileiros, elegeram como seus representantes uma pessoa com sentimento genocida, sem partido forte e nem pró povo, sem plano de governo, sem metodologia social, sem patriotismo, sem conhecimento compatível com o cargo, sem noção de país.  Acusado de homofobia e nazi fascismo etc. Segue se debatendo.

É como se a baleia estivesse com seu tempo vencido no fundo do mar e tivesse que vir a tona respirar, porém, o mar não tá pra peixe ou pra baleia, além de todo minado, o mar, na superfície estão o povo com seus tacapes nas mãos, prontos para votarem. 


 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Entre a Crença e a verdade

Você pode até achar-se o dono da verdade acreditando no que você acredita. Mas na verdade, a verdade não se trata de apenas crenças. Há diferenças.

A Verdade naquilo que realmente é não nos permitem outra crença, que não caiba na condição de incontestável. Se for verdade, difere da crença. Não há o que discutir: uma pedra é uma pedra, então não se trata de crença, mas sim de incontestabilidade.

Então porque acreditamos tanto naquilo que não é verdadeiro de fato? 

Os seres humanos adoram o confortável. Porém o confortável é uma felicidade transitória e superficial que podem nos levar a forca, involuntariamente, feito uma manada de dóceis, gentis e ingênuas, ovelhas.

Quando você se levanta, toma seu banho, e está com o coração aberto e disperso e atrativo a se confortar com o sermão, e vai estar entre tantos outros, juntos, em comunhão com o mesmo sentimento de aceitação. Você está na condição de uma ovelha.

Não é que seja ruim ou não, ser dócil e gentil e estar entre pessoas. A questão está na misturação e, na confusão que propositalmente fazem para te colocar distante do criador, a ponto de subliminarmente Ele se tornar uma cenoura amarrada na frente do burro, em que cada passo dado a cenoura se afasta um passo. E, se o pobre do burro reclamasse do inalcançável, e disséssemos ao burro: "Eis ai a sua falta de fé!"

Tudo isso, nos remetem a um estado de crença tão profundo que se chama: Alienação mental. Você está fadado a não ver verdade nenhuma e teme ao confronto.

Você irá correr da verdade mais que o tal do diabo correria da cruz. Você não quer desdizer-se a si mesmo. O confortável da crença é mais seguro para os covardes. porque aceitar a verdade inconteste. e dizer-se a si mesmo: eu estava errado, lhes parecem o fim do mundo, mas, só de seu único mundo, o que poderíamos dizer, egocentrismo.

Então diante de tudo isso, você aceita ser induzido a pensar, que aquilo que pensa, é indiscutível. Você não tem um parâmetro racional e comprobatório de nada mas, isso já não lhe importa, agora, você, já se tornou um crente contumaz!

Você se tornou disposto até mesmo a achar que o que pensa seja aquilo que você quer pensar. Entretanto, não é bem isso que um ser humano devia e precisa se apegar. Pensar é um exercício convencionado a milhares de gatilhos mentais advindo de seu subconsciente, portanto, é isso que te leva a crença a as ações de seus feitos. 

O discernimento é muito mais complexo, e é por isso que a grande maioria das pessoas não sabe direito porque acontecem os "imponderáveis" em suas vidas, porque as suas vidas têm os direcionados por caminhos indeterminados.

Você também não sabe direito o que fazer para realmente ter domínio de si mesmo, das suas vontades e daquilo que você realmente possa, de verdade, pensar por si mesmo. Você está alienado. E quando os sofrimentos lhes chegam, você se revolta e busca culpados. Tem de ter um culpado que não seja você, porque você, ah! esse não, pode ser!

Você é dono do seu livre arbítrio. Alienados têm crenças de que esta palavra esteja associada somente para os outros. Não conseguem mais entender a razão de ser de tê-lo. O livre arbítrio é de sua propriedade e com as suas próprias definições, nas quais não entram a si próprio ou, as suas ações.

Jamais se perguntaria qual é o motivo de você ser constituído com livre arbítrio. O que é que você tem realmente dentro de si que te anima e faz você ser um ser animado e não um ser inanimado. O que te aviva, o que te anima, o que te dá fala...

O que deveria ser óbvio: Você é um ser animado porque você é constituído de uma coisa chamada; vida. E o que é vida?  Poderão estar se perguntando, e até, se esse escritor não é apenas mais um idiota. Eu estou proibido de me julgar, e você, está?

A vida é Deus! Porque Deus é tudo e tudo é tudo, nada menos que tudo. Sendo tudo o Deus, é o Todo quem faz com que você tenha a vida, que é Deus. Deus então, e é a vida e que faz você permanecer na existência com seu caminhar com seu falar com seu se alimentar.

O livre arbítrio existe para que façamos nossas escolhas e delas  usufruímos positivamente ou negativamente. Exatamente aquilo que escolher, seja consciente ou inconscientemente será o que você receberá em dado tempo e em dado momento.

A questão aqui é que você precisa saber onde está inserida e como e o quê fará com o seu livre arbítrio de sua vida. 
Em qual contexto quer acreditar sobre os seus motivos de estar vivo.  De como será construído a sua vida a partir daquele ponto em que te impulsiona a ser aquilo que você é. Você tem conseguido de fato usar a sua liberdade de escolha de forma consciente?

Isso de ter consciência sobre si mesmo é muito importante, tudo é muito importante porque na verdade, Deus vive em si  e em mim em nós todos ao mesmo tempo. As nossas experiências de vida é para Ele, então nós temos que pensar em construir o que for melhor de forma altruísta para para o mundo que também é Deus.

O universo é Deus, porque é assim que vem a fiel existência de tudo. tudo é uma consciência Divina. Em tudo há vida vibrando a fidelidade da resposta de Deus para com você para comigo para com qualquer pessoa, logo, você é Deus porque Deus é tudo e porque tudo é Deus então, não há nada que não seja Deus.

Atente-se um pouco: coloca-se uma semente na Terra e ela Brota a partir daquilo que ela mesma é e daquilo que é dada e ela ela vai lutar para corresponder dando-nos a sua existência de forma altruísta. Na sua Sobrevivência está uma pequena parte da nossa, mas que é grandiosa, porque somos Deus, vivendo pela sua sobrevivência.


A experiência de ser Flor ou de ser árvore na terra precisa da vida que lhe faz a existência persistir e isso é para que Deus assim se sinta gratificado pela resiliência daquilo que existe perante a sua vontade. Então Deus é uma fragmentação do tudo e o Todo ao mesmo tempo em que tudo é Ele é também, partículas elementares daquilo que tudo é, e você, assim como toda as vidas. é Deus!

 Assim como tudo é Deus, Deus é tudo.

Porque não há nada que não seja fragmento daquele que é Deus, por isso não existe um Deus distante para si buscar, Deus é tudo em tudo, porque a vida é tudo. Pode parecer complexo Pode parecer difícil de entender

Para muitos poderá ser difícil de entender porque na verdade as pessoas veem a vida e dá um conotação   aqui

O País não está quebrado!

 O país não está quebrado!

Sou a favor dos empresários desembolsar dinheiro para as Vacinas. Contudo, eles, esses mesmos, devem bilhões ao fisco, e dívidas ao fisco é dívida com o povo. Porque nem Bolsonaro e sua família, nem parlamentares e afins, são donos imparciais de nossas riquezas. As riquezas do país, são do povo. O governo, como é parte deste todo, (Empresário) ele não os cobram.
Atrás desta ação, está uma estratégia de desvalorização dos Bens públicos, para dar ênfase a privatização da saúde e muitos outros seguimentos, transferindo para os grandes empresários o nosso patrimônio nacional. Então que eles paguem suas dívidas, já que eles têm dinheiro para comprar a vacina e não pagam o fisco.
Precisamos entender que empresários comprar vacina, para depois - quem sabe - imunizá-los ou revender aos funcionários, e até para outros seguimentos, é antidemocrático, porque também é anticonstitucional. Se querem mesmo, de verdade "contribuir", "ajudar" que troquem seus impostos de suas dívidas em valores reais, pelos valores da vacina. Use o dinheiro da dívida para comprar a Vacina, e o governo efetua as compras. Eles nos devem bilhões!
A questão é que: além de ser inconstitucional, não há vacinas sobrando para ser vendidas a empresários. Os fabricantes de vacinas, estão compromissados com centenas de países com vendas de imensas quantidades. Então que os empresários paguem suas dívidas ao povo do Brasil, porque estamos precisando. Antes, eles diziam que não pagavam porque o governo não usavam bem os valores. É claro que isso era uma desculpa esdrúxula.
Se agora, com tantos escândalos e vários tipos de grandes inoperâncias governamentais, promovidos por estes mesmos empresários, não os incomodam por questão ideológicas e interesses financeiros, reitero, pague suas dívidas empresários, ou criem empregos, como forma de ajudar o povo. Estamos precisando do auxílio urgente!
Sou a favor das compras das vacinas pelo empresários: Desde que sejam para pagar os seus impostos com a nossa pátria, e vejam como isso é ótimo também para os empresários. Mas fiquem fora de quererem usurpar nosso SUS!
ZéReys Santos.
Autor, escritor, poeta e Terapeuta Holístico.

domingo, 3 de janeiro de 2021

Então as flores são



Eu te escondo atrás das flores. 
As flores são desenhos imaginativos dos sonhos do criador. 
Eu sou o cocriador, aquele que cria a partir da matéria prima que primeiramente é amorfa.

Então assim, como se eu fosse o criador das amorfas ilusões das coisas imponderáveis, te coloco como epiderme das minhas palavras que são a massa que te molda. 
Estou de novo redesenhando a minha nova musa. 

A última se exauriu, era engano meu. 
Quando eu fui lhe procurar, ela tinha comido o jardim, e partido.
Meu poema ficou como uma cadeira que perdeu umas das pernas. 
Se eu quisesse me apoiar nela de novo, púfiti...Caia. 

Minha vida sempre foi assim, cheia de desilusões, mas além de ser persistente, sou resiliente e sou contumaz.
Ei de ter a minha musa, materializada, permanentemente para eu adorar, amar, poetizar... até o meu coração ficar em paz!

ZéReys Santos 



 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

com Público

A CONTAMINAÇÃO

(mini conto poético)

_________________

Fui pego na avalanche do ódio. Me parecia inconcebível que isso pudesse nos atracar, foi surpreendente. Como se fosse um navio desgovernado dentro deste mar sem fim, irreconhecível. De repente não éramos nós mesmos tendo ciência de nossos atos. Me refiz a tempo, entretanto e, situei-me assim, como um satélite da lua para tentar entender os seus atos. Lembrei-me até de um poema que há tempos escrevi que se chamava “O TOURO” foi terrivelmente surpreendente. Eu tinha que refletir sob o ponto de vista de alguém de fora olhando o mais profundo. Então me colocando de fora foi que mergulhei neste mar, dela.

Eu tentei reconhecer as profundezas e todos aqueles peixes lindos e coloridos que nadam como se flutuassem. As pessoas são assim, há muitas riquezas escondidas e também perigos mortais. Os contornos das pedras, as algas, a areia branca e os capins, os sumidouros. Tudo era tão nada humano que a similaridade do ódio que lhe acometia e me mostrava aquela irracionalidade e não me deixava compreender toda àquela entranha do ser tão rico mas, que me fulminava com este odiar os não iguais.

Contrapontos terríveis, não a deixava respeitar as adversidades ou as diversidades dos seres. Todos tinham que ser aquilo que ela queria que fossem. O ódio é um sentimento de posse daquilo que nos fogem aos controles. Egoísmo levado a suma potência. Ela havia perdido a referência, eu a conhecia ou, pensava conhecê-la. O ódio não condiz com democracia!

A pessoa fica sem controle da carga que se ajunta dentro dela e isso começa a derramar pela boca, com as palavras hostis, os olhos se avermelham dando visibilidade ao sangue enegrecido e aquecido além do calor normal. Desperta-se o Touro. O inumano a toma e se torna santificado. Você será dele, o Touro é quem manda.

Ao reparar a pessoa e seus trejeitos, seu olhar, sua boca, seus lábios, o som das palavras e um barulho estranho saído de sua garganta, me coloquei em seu lugar e me fiz a primeira pessoa de seu sentimento e de seu discurso, até aqui transcrito. Ela jamais soubera da minha perspicácia em colher poesia deste seu sentimento tão mesquinho. Ela parecia regozijar-se em derramar sobre mim, o seu veneno mortal, sim, esta cicuta estava lhe matando e alguém precisava saber e degustar sua ira, ainda que fosse pelo amor de Deus.

Ela me dizia “Eu sou do bem eu sou de Jesus, eu sou de Deus”. Talvez as afirmações fossem apenas afirmativas desesperadas para se tentar respirar. Você não presta! Me disse, como se fosse finalizar seu estado irado de ser e descansar mas, retomava me xingando por todos os pormenores e com todas as palavras não imagináveis e descabidas. Desfez da minha pessoa, me chamou de pobre com desdém, faminto desgraçado, desprezível, elencou que certamente eu era mais um destes malditos que vivia recebendo uma bolsa família.

Bradava ela ainda, vociferando como o Touro de meu poema antigo: “Quanto eu estava ganhando para defender este ladrão canalha, todos vocês, adoradores deste ladrão analfabeto, têm de ir embora de nosso país, vão pra cuba, morrer de fome lá. Vão pra Venezuela, vão!” E ante que finalizasse com as suas máximas de praxe de: Petistas ter de morrer todos! Ela enfatizava a palavra “NOSSO PAÍS”. Concomitantemente, ressoava-me as suas suplicas: “Eu sou do bem, eu sou de Jesus, eu sou de Deus! (Não me lembro se esta era a ordem correta de suas pronúncias.)

Era tão surpreendente a sua atitude, sua coragem inconsequente, que meu lado poeta de ser me fez reparar sua beleza e a sua insensatez não me afetou em tempo nenhum, fiquei imaginando cenas de seu trabalho e seu carinho em clinicar as crianças de filhos de ricos que ela tratava, lembrei-me do quadro da entrada de seu consultório infantil, uma auscultando um belo cão. Meiguice e doçura retratada.

Quero dedicar este texto, a essa pessoa…uma brasileira, uma pessoa querida que o ódio implantada nela por uma rede de televisão a roubara do amor. Agora aqui, nas últimas palavras digitadas, ainda me ocorria a delicadeza de suas mãos tão finas, recebendo uma flor de uma criança que era filha da sua última empregada. (Uma senhora que ela dispensou do trabalho, por ter tido direitos trabalhistas reconhecidos no governo petista). Ela também fez questão de me declarar um falso poeta  - o que retruquei calmamente: "ainda bem, afinal, isso não é uma questão de caráter, melhor que ser falso profeta!"

ZéReys Santos. Autor, escritor e poeta Brasileiro.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Meu Filme quando o céu nos misturam.




OLHA....

Apresento para você meu canal do YUTUB, a NOSSA proposta e ter coisas de bom conteúdo para você se divertir se instruindo, isto é: ao mesmo tempo em que você se enriquece, também se diverte.
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Neste momento, ainda estou testando minhas habilidades, vá até no canal e veja 3 vídeos que postei em teste de habilidade, estes não serão a regra, tenho estudado muito e, certamente serão bem melhores no futuro próximo - é uma promessa!
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Mas lhe peço, por favor, que dê um like de incentivo (gostei) se gostar, é claro e, não se esqueça de se inscrever pra receber as próximas obras primas (kkk) - estará me ajudando na divulgação do Canal!

Gratidão - ZéReys Santos.

AS CRIANÇAS SONHA (ÓPERA)

Ópera: Crianças sonham  Adaptação Operística: Crianças Sonham Personagens:  * ZÉREYS (Tenor) — O poeta/operário. Voz lírica, nostálgica, por...